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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Documentário sobre os Mamonas Assassinas entra em cartaz dia 27 de maio

Há 15 anos, a banda Mamonas Assassinas encerrou a sua trajetória quando o avião em que viajavam se chocou contra uma montanha, ao se extraviar da rota em razão do mau tempo, provocando a morte de todos os integrantes do grupo. Mas, os fãs poderão relembrar um pouco da alegria dos cinco meninos paulistas em 27 de maio no documentário Mamonas pra sempre, dirigido por Cláudio Kahns (O sonho não acabou e Santo e Jesus, metalúrgicos). Para os mais novos, que não tiveram chance de conhecê-los à época, é a chance de saber um pouco mais do sarcasmo e crítica social embutidos nas letras da banda.

O início
Alecsander Alves, o Dinho, foi o divisor de águas na carreira artística da Utopia. O grupo era formado inicialmente apenas por Júlio Rasec, Bento Hinoto, Samuel e Sérgio Reoli. Em um show no ginásio do Cecap (conjunto habitacional de Guarulhos) o público pediu para que tocassem uma música do Legião Urbana. Como a banda não conhecia a música, Dinho, que estava na plateia, subiu ao palco e cantou com eles. Foi o início de uma parceria de sucesso.

Sempre brincalhão, o vocalista conseguiu convencer os outros integrantes a tocar um rock diferente.

Com músicas compostas principalmente por Dinho, o rock cômico, gênero pouco explorado pelas bandas brasileiras, se tornou sucesso com os Mamonas. Foi apenas, em 1994, quando o filho de João Augusto, diretor-artístico da gravadora EMI, insistiu para que ele ouvisse a fita cassete experimental. João passou a bola a Arnaldo Saccomani (mais conhecido por suas participações como jurado e pelas críticas ácidas em programas como Ídolos e Qual é o seu talento?), que quase foi vaiado pelo próprio filho e funcionários da gravadora por não querer investir naqueles meninos sem futuro.

Aprovados pela gravadora, eles foram entregues às mãos do produtor musical Rick Bonadio, que os levou a Los Angeles, nos Estados Unidos, para gravar o primeiro CD, o Mamonas Assassinas. De lá, até programas de TV foi um pulo, com direito a jatinhos particulares e muita mordomia. Foram vários sucessos da banda de um único disco, porém, suficiente para vender a espantosa marca de 2,5 milhões de cópias (durante oito meses) até a morte dos integrantes, e esse número se estendeu durante os anos que se seguiram.

Assista ao trailer do filme:


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